sábado, 18 de agosto de 2018

Noite da Sopa no Siri Cascudo Organizada Pela APP da Escola Euclides Emidio da Silva


Nesta noite de sábado foi realizado a noite da sopa da APP da escola Euclides Emidio da Silva no restaurante Siri Cascudo na Barra do Sai para arecadar fundos para a associação de pai e professores da referida escola.










Hospital Evangélico é arrematado por R$ 259 milhões

Cobrador foi atendido no Evagélico, mas teve o carro furtado.
Depois de quase quatro anos sob intervenção da Justiça, o Hospital Universitário Evangélico de Curitiba foi leiloado nesta sexta-feira (17). De acordo com o leiloeiro, Hélcio Kronberg, o complexo foi arrematado por R$ 259 milhões pelo consórcio R+.
Presencial, o evento teve início às 10h, com lance mínimo de R$ 205.994.575, 67. As negociações duraram cerca de trinta minutos, e aconteceram na 9ª Vara do Trabalho de Curitiba.
Três consórcios estavam habilitados a participarem do pregão, mas um deles desistiu. Além do Grupo R+, formado pelas empresas Única Educacional Ltda., de Brasília; e Ambar Saúde, de Belo Horizonte, integrou o evento o Grupo Mack-he Dourados, uma união entre o Instituto Presbiteriano Mackenzie e a Associação Beneficiente Dourandense.
Segundo o leiloeiro, os interessados deveriam fazer um seguro ou depósito de R$ 5 milhões como garantia para a participação da negociação. O leiloeiro afirma, ainda, que os autos de arrematação já foram assinados por todas as partes e expedidos.

Dívidas

Sob intervenção judicial há quase quatro anos, o Hospital Evangélico tem dívidas que giram na casa dos R$ 320 milhões. A venda do patrimônio — maior instituição hospitalar filantrópica do Paraná — tem o objetivo de equacionar as dívidas do complexo para que a instituição continue atendendo pacientes.
Atualmente, 95% dos serviços de saúde prestados pelo Evangélico atendem ao Sistema Único de Saúde (Sus) e quase metade de todas as ocorrências emergenciais registradas em Curitiba e região metropolitana são atendidas pela instituição.

Audiência pública discute reserva de vagas em escolas militares do estado


FOTO: Solon Soares/Agência AL
A instalação de escolas militares em diferentes regiões do estado foi tema de audiência pública, na noite dessa quinta-feira (16), na Assembleia Legislativa. A proposta partiu da Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Casa. O objetivo foi debater o credenciamento e o funcionamento dessas escolas dentro do sistema estadual de ensino.
Atualmente, existem quatro colégios militares no estado: Florianópolis, Lages, Blumenau e Joinville. Em Laguna, um colégio militar deve inaugurar em 2019.  Existe, no entanto, um projeto, por parte do governo de Santa Catarina, de transformar a Escola de Educação Básica Governador Heriberto Hülse, de Criciúma, num colégio militar. Um dos principais argumentos para não aceitar a proposta é o de criar um processo seletivo diferente do atual, o que poderia prejudicar a comunidade escolar atendida pela unidade, segundo o diretor da escola, Sidnei Ferreira. “Fizemos várias reuniões com membros da Secretaria de Educação para evitar a implantação desse colégio militar na nossa escola. Nós atendemos alunos do ensino médio inovador em tempo integral, além de muitos alunos carentes de vários bairros da cidade. Implantar uma escola militar que beneficie uma grande porcentagem de filhos de militares vai comprometer o atendimento da comunidade em geral”, avaliou o diretor.
Legalidade discutível
Questões sobre a gestão educacional, a proposta pedagógica, os recursos para as escolas e a relação dos colégios militares com a rede regular de educação foram levantados durante o debate. Outro ponto polêmico foi o sistema de ofertas de vagas em colégios militares. Na capital, por exemplo, 90% das matrículas são reservadas aos filhos de militares estaduais, de funcionários civis da PM e de professores do próprio colégio. Uma decisão recente do Tribunal de Justiça (TJSC), no entanto, determinou que os colégios militares do estado ofereçam vagas para toda a comunidade no ano letivo de 2019. A determinação foi divulgada no mês de julho deste ano e cabe recurso.
A PM afirmou, no processo, conforme o TJSC, que os colégios foram criados justamente para atender a demanda de educação dos filhos de militares. Contudo, o judiciário entendeu que o direcionamento de vagas fere o princípio da isonomia. A decisão vale para os colégios militares de Florianópolis, Lages, Blumenau e Joinville, bem como o de Laguna, previsto para inaugurar em 2019.
Presente na audiência, o promotor de justiça Davi do Espírito Santo informou que o Ministério Público ingressou com uma ação civil pública, em 2017, objetivando assegurar o acesso universal às escolas militares. “No entender do MP o acesso à educação em escolas públicas, tanto da rede regular como das escolas militares, deve ser garantido a todas as pessoas em igualdade de condições. Havendo um maior número de interessados deve haver um sorteio, mas sem privilégios nesse sorteio. Num primeiro momento, o Tribunal negou a decisão do MP, que recorreu ao TJ e esse tomou a decisão determinando que o acesso fosse universal.”
Davi do Espírito Santo levantou, ainda, a questão da legalidade. Segundo ele, a atual escola militar está calcada unicamente em uma decisão da Secretaria Estadual de Educação e da Polícia Militar, sem previsão em lei específica, o que põe as escolas militares num âmbito de legalidade discutível.
Benefício aos militares
O diretor interino do colégio militar Feliciano Nunes Pires, da capital, major Marco Antonio Brito, representou, na audiência, o comandante geral da Polícia Militar e explicou como funciona essa reserva de vagas nos colégios militares. “No interior, hoje, nós temos por determinação expressa dos nossos documentos internos e de decreto também 60% das vagas asseguradas para filhos de militares e 40% para a comunidade em geral. Mas, na realidade, a maioria das escolas têm mais de 60% de civis ocupando as vagas. Em Florianópolis, nós temos uma situação um pouco diferente pelo número maior de efetivo. A capital concentra a administração e os bombeiros militares. Por isso, temos aqui prevista uma reserva de vagas de 90%, mas sempre que existem vagas sobrando, nós abrimos para quem tiver interesse.”
O promotor Davi do Espírito Santo, com o apoio de representantes da Secretaria Estadual de Educação, Conselho Estadual de Educação, diretores de escolas e professores avaliou que o principal fundamento das escolas militares é o benefício exclusivo aos próprios militares. “Se for para existir escolas militares, devem beneficiar a todos”, ressaltou o promotor.
Ao final da audiência ficou decidida a formação de um grupo de trabalho para continuar o debate sobre o assunto, assim como o encaminhamento de ofício ao Ministério Público para avaliação da ilegalidade da reserva de vagas.


Michelle Dias
AGÊNCIA AL

Dagoberto e Thiago Ribeiro decidem, Londrina vence Paysandu e deixa Z4

Thiago Ribeiro comemora primeiro gol da partida (Foto: Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube)

RESUMÃO

  • O JOGOTUBARÃO EMERGINDO
    Para o Londrina a missão foi cumprida. Jogando em casa o Tubarão voltou a vencer após três jogos e deixou a zona de rebaixmento. Os experientes Thiago Ribeiro e Dagoberto marcaram os gols e foram os principais responsáveis pela vitória. Do outro lado, a crise no Paysandu só faz aumentar. Agora são três derrotas consecutivas na competição e apenas um ponto a mais que o primeiro clube da zona de rebaixamento.
    • DESTAQUEOLHO NA TABELA
      Os três pontos conquistados nesta sexta-feira fazem o Londrina chegar a 24, ganhar duas posições e ultrapassar o Paysandu na tabela. Mesmo com pontuação igual, o Tubarão fica à frente, em 15º, por causa do melhor saldo de gols. O time paraense agora é o 16º, com apenas um ponto a mais que o Brasil de Pelotas, que abre o Z4.
    • DESTAQUEPRÓXIMOS COMPROMISSOS
      O Londrina volta a campo já na terça-feira, novamente no Café. O adversário será a Ponte Preta, atual 4ª colocada. O Paysandu joga no mesmo dia contra o Brasil de Pelotas, no Rio Grande do Sul. As duas partidas serão às 19h15.

    • Os minutos iniciais foram de poucas emoções. O jogo ficou truncado no meio de campo, com faltas e muitos passes errados. As primeiras jogadas de ataque surgiram de chutes de fora da área, mas pouco eficientes. Perigo mesmo só teve aos 20, com boa jogada individual de Thiago Ribeiro, cujo chute passou por cima do gol. Depois, pelo lado bicolor, Maicon Silva chegou bem aos 25, mas o chute foi para fora. A resposta do Tubarão veio no lance seguinte. Jardel fez lançamento longo para Thiago Ribeiro, que entrou na área com liberdade e finalizou com categoria, no canto: 1 a 0. O Paysandu não se intimidou e partiu para o ataque. Renato Augusto quase empatou aos 38, mas a finalização de dentro da área foi “defendida” pelo lateral-direito Matheuzinho, que tirou praticamente em cima da linha. Já aos 44, o camisa 5 conseguiu enfim igualar o jogo aproveitando sobra da entrada da área, chutando no canto. Os times foram para o intervalo empatados.
    • SEGUNDO TEMPO
      Não demorou muito tempo para Londrina voltar à ficar na frente. Foram apenas 7 minutos para Dagoberto, em grande jogada individual, marcar um golaço de fora da área. O time paranaense permaneceu perigoso e criou chances de montar um placar elástico. Aos 13 e aos 19 Higor Leite finalizou de forma perigosa, mas não acertou o alvo. Já aos 20, Dagoberto quase fez outro golaço, mas o chute, dessa vez, passou por cima. A partir daí o confronto perdeu emoção. Mesmo com o Paysandu se lançando todo à frente - trocando dois zagueiros por dois atacantes -, o clube do Norte pouco perigo levou ao gol de Vagner, nem mesmo nos acréscimos.

    • DESTAQUEPRIMEIRO TEMPO
      Os minutos iniciais foram de poucas emoções. O jogo ficou truncado no meio de campo, com faltas e muitos passes errados. As primeiras jogadas de ataque surgiram de chutes de fora da área, mas pouco eficientes. Perigo mesmo só teve aos 20, com boa jogada individual de Thiago Ribeiro, cujo chute passou por cima do gol. Depois, pelo lado bicolor, Maicon Silva chegou bem aos 25, mas o chute foi para fora. A resposta do Tubarão veio no lance seguinte. Jardel fez lançamento longo para Thiago Ribeiro, que entrou na área com liberdade e finalizou com categoria, no canto: 1 a 0. O Paysandu não se intimidou e partiu para o ataque. Renato Augusto quase empatou aos 38, mas a finalização de dentro da área foi “defendida” pelo lateral-direito Matheuzinho, que tirou praticamente em cima da linha. Já aos 44, o camisa 5 conseguiu enfim igualar o jogo aproveitando sobra da entrada da área, chutando no canto. Os times foram para o intervalo empatados.
    • SEGUNDO TEMPO
      Não demorou muito tempo para Londrina voltar à ficar na frente. Foram apenas 7 minutos para Dagoberto, em grande jogada individual, marcar um golaço de fora da área. O time paranaense permaneceu perigoso e criou chances de montar um placar elástico. Aos 13 e aos 19 Higor Leite finalizou de forma perigosa, mas não acertou o alvo. Já aos 20, Dagoberto quase fez outro golaço, mas o chute, dessa vez, passou por cima. A partir daí o confronto perdeu emoção. Mesmo com o Paysandu se lançando todo à frente - trocando dois zagueiros por dois atacantes -, o clube do Norte pouco perigo levou ao gol de Vagner, nem mesmo nos acréscimos.

    • G1 Paraná

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Projeto Municípios Solares percorre Santa Catarina

Instituto Ideal e Fecam, com apoio da Quantum Engenharia, levam a proposta de diminuir a conta de luz das cidades do Estado

Inicia na próxima terça-feira (21), os encontros do Municípios Solares, uma iniciativa do Instituto Ideal e da Fecam (Federação Catarinense de Municípios), com apoio da Quantum Engenharia, empresa catarinense líder no setor de energia solar. Diminuir a conta de luz das cidades de Santa Catarina ao investir em energia solar – uma fonte limpa que tem ganhado importância no mundo – é o objetivo do projeto.

A primeira fase do Municípios Solares contará com visitas às regionais da Federação para mostrar a importância e a viabilidade de investir em energia solar nos municípios. As reuniões serão realizados de 21 de agosto a 6 de setembro nas cidades de Itajaí, Blumenau, Joinville, Criciúma, São Miguel do Oeste, Xanxerê, Videira, Rio do Sul, Lages e Palhoça.

Para apresentar o trabalho da Quantum Engenharia, o engenheiro Patrício Pavez fará palestras que vão mostrar aos responsáveis das prefeituras a importância de investir na geração por meio de placas fotovoltaicas, garantindo economia e também um selo de sustentabilidade. No dia 21 de agosto, o engenheiro viaja para Itajaí e Blumenau, seguindo para Joinville no dia 22 de agosto e finalizando a semana em Araranguá, na quinta-feira (23).

O presidente da Quantum Engenharia, Gilberto Vieira filho, apoia esta iniciativa que busca crescimento e ações sustentáveis para os municípios. “É muito importante expor a energia solar para os líderes do Estado de Santa Catarina, apresentando os benefícios e o desenvolvimento do sistema, que gera economia para os cofres públicos”.

Confira a programação:

Itajaí
Quando: 21 de agosto
Local: AMFRI
Horário:  14h às 17h

Blumenau
Quando: 21 de agosto
Local: AMVVI
Horário: 8h30 às 11h30

Joinville
Quando: 22 de agosto
Local: AMUNESC
Horário: 14h às 17h

Araranguá
Quando: 23 de agosto
Local: AMESC
Horário: 14h às 17h

Descrição: Assinatura_Email_Estrutura_Bea-NOVA