sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Em Lages, governador Raimundo Colombo participa de encontro com jovens empreendedores rurais


Fotos: Julio Cavalheiro/Secom
Jovens empreendedores rurais dos municípios de Canoinhas, Mafra, Rio do Sul, São Joaquim e Lages estiveram reunidos na manhã desta quinta-feira, 17, para trocarem experiências e discutirem as oportunidades de desenvolvimento para as pequenas propriedades. O encontro ocorreu na Associação Empresarial de Lages (Acil) e contou com a presença do governador Raimundo Colombo. “Eles são líderes num setor que coloca Santa Catarina como referência tanto em produtividade como na qualidade dos produtos da agricultura. O Estado reconhece essa força e tem investido nos programas que levam melhores condições para que os pequenos agricultores consigam ser competitivos na hora de colher os resultados”, disse Raimundo Colombo.
Segundo o governador, é fundamental que os produtores tenham acesso às novas tecnologias e ferramentas que possam levar mais qualidade de vida ao meio rural. “Isso estimula, especialmente os mais jovens, a permanecerem nas propriedades e fazerem delas um negócio promissor. É o que está permitindo observarmos fenômenos como o que vem ocorrendo, de jovens que estão retornando para produzirem no campo”, observou Colombo.
Foi exatamente o que ocorreu com um jovem casal de Canoinhas, que participou do encontro em Lages. Edinei Wieczorkievicz e Ivonete Coggi deixaram o campo para fazer a vida na cidade, mas, recentemente, retornaram à propriedade do interior de Canoinhas para se dedicar à produção de leite. Não foi só retornar, foi preciso reformular todo o modelo de produção, tarefa que conseguiram executar com recursos do programa SC Rural. Uma das providências foi aumentar o rebanho de quatro para 14 vacas leiteiras, hoje eles conseguem uma produção diária de 20 litros por cabeça, o suficiente para manter o custo de vida.

“A forma como os meus pais faziam já não era a mais adequada para conseguir agregar valor ao que produzimos, e o que nos traz a esses encontros é a vontade de conhecer novas experiências e transformar isso, em, quem sabe, uma oportunidade de produzir mais, acrescentar novas atividades e melhorar nossa renda”, disse o jovem empreendedor rural do interior de Canoinhas, no Planalto Norte de Santa Catarina.
O modelo de produção em Santa Catarina, segundo o governador Colombo, sustenta a força da economia catarinense. Com programas de extensão voltados à qualificação, profissionalização e oferta de novas oportunidades para a melhoria da renda dos pequenos produtores, o Estado potencializa a vocação econômica que serve de referência para o restante do Brasil.
“Somos um estado pequeno, com 1,1% do território nacional e quando não somos o maior, estamos entre os maiores produtores de leite, frutas, arroz, suínos e aves. A nossa condição sanitária de excelência coloca tudo isso em mercados exigentes de todas as partes do mundo”, concluiu o governador Raimundo Colombo.

Pesquisas buscam diminuir o impacto ambiental da mobilidade com biocombustíveis

Pesquisas estudam substituir a cana-de-açúcar pela cana-energia, mais eficiente para a produção de etanolArquivo/Elza Fiúza/ABr

Diminuir os impactos ambientais é um dos desafios de quem pensa a mobilidade, contando com novas tecnologias e pesquisas para ampliar o uso de combustíveis sustentáveis. O setor do transporte foi a segunda maior causa de emissões de dióxido de carbono (CO2) no Brasil: representou 11% do total bruto de 1.927 bilhões de toneladas, ficando atrás apenas do setor agropecuário, segundo pesquisa realizada pelo Observatório do Clima.

Atualmente os biocombustíveis representam 38% da matriz energética brasileira, sendo a maior parte sucroenergético (álcool, açúcar e biomassa da cana) ou proveniente das oleoginosas, como soja, dendê, girassol, babaçu, amendoim, mamona e pinhão-manso.

Outros combustíveis, como o biodiesel de resíduos da indústria de alimentos e o biometano, têm ganhado espaço, ainda de forma discreta. “A biomassa residual, os resíduos agrícolas, os resíduos dos matadouros e resíduos sólidos urbanos têm grande potencial”, diz o coordenador geral de tecnologias setoriais do Ministério da Ciência Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Eduardo Soriano.

Em todo o país, diversas pesquisas estão em andamento com o objetivo de implementar o uso de combustíveis sustentáveis. Na área de produção de etanol, pesquisas indicam que o uso da espécie cana-energia aumenta consideravelmente a média de produtividade nas plantações.

“A média de produtividade de cana[-de-açúcar], por exemplo no Centro-Sul, é 140 toneladas por hectare. Nós estamos produzindo a cana[-energia], hoje em dia, em forma de pesquisa, já está chegando a 200 toneladas por hectare e pode chegar a 300 toneladas por hectare, ou seja, o Brasil pode aumentar e muito a sua produção de etanol sem usar um hectare a mais de terra”, afirma Soriano.

A produção de biodiesel a partir de microalgas é outra pesquisa em andamento, já que esses pequenos organismos são oleoginosas de rápido crescimento, que não competem com a produção de alimentos, pois podem ser produzidos em áreas não propícias para a agricultura. “Isso é uma tecnologia nova que ainda está em laboratórios, o mundo inteiro ainda está pesquisando”, diz o representante do MCTIC.

Pesquisas estudam ampliar o percentual de bioquerosene de aviação no abastecimento de aeronavesRodrigo Mello Nunes/ iStock
Combustível para aviação

Mas a grande novidade na área de pesquisa para combustíveis aplicados ao transporte não diz respeito às emissões de transportes terrestres, mas sim no combustível renovável para aviação, com pesquisas no Brasil para uso de energia elétrica e de bioquerosene.

A primeira é a rota de síntese, que usa a energia elétrica para separar o hidrogênio e o oxigênio da água para produzir o gás de síntese. Esse gás se mistura a outros gases para formar um combustível adequado para a aviação.

No final do mês de junho, Brasil e Alemanha firmaram um acordo para a construção de uma planta piloto no Brasil para desenvolver pesquisas com o novo combustível nos próximos cinco anos, que possam ser produzidos em diversos locais.

“A ideia é produzir em pequena escala, porque as grandes refinarias produzem em larga escala, então, você precisa de uma infraestrutura muito grande e gasta mais combustível para transportar o querosene até lugares distantes, como a Amazônia, igual ocorre com o diesel nas térmicas. Queremos, no futuro, criar uma rota tecnológica, um novo padrão para ser replicado em lugares mais distantes”, explica Soriano.

A outra linha de pesquisa é a biológica, já em estudo há alguns anos no Brasil, com testes bem-sucedidos do uso do bioquerosene de aviação (BioQAV) produzido a partir de oleoginosas. Em novembro de 2010, uma companhia aérea brasileira realizou o primeiro voo com um Airbus A320 abastecido com uma mistura de 50% do combustível sustentável. A aeronave sobrevoou por 45 minutos o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.

Nos últimos anos, companhias aéreas brasileiras adotaram cerca de 4% de adição do BioQAV no combustível. Os líderes mundiais no uso de biocombustíveis nos transportes aéreoe e nas pesquisas no setor são Estados Unidos e Portugal. “O Brasil, como líder mundial em biocombustível, não pode perder essa corrida, então nós estamos empenhados em desenvolver essa questão dos bioquerosenes de aviação”, diz Eduardo Soriano.

RenovaBio incentiva biocombustíveis
Já nos transportes terrestres, embora o Brasil tenha uma política bastante avançada na área de biocombustíveis, que garante a mistura de 36% do etanol à gasolina e 8% do biodiesel ao diesel de origem fóssil, ainda existem muitos entraves para que os combustíveis sustentáveis ganhem mais mercado. Segundo o diretor de biocombustíveis do Ministério de Minas e Energias, Miguel Lacerda, um dos principais dificultadores é a falta de diferenciação tributária para o setor.

Para ele, é necessário um marco regulatório que permita condições estáveis para o mercado de biocombustíveis, de modo a superar os altos custos com importação de combustíveis fósseis – apesar de o Brasil ser autossuficiente, importa petróleo do tipo leve, mais fácil de extrair gasolina e outros derivados. A importação ainda sobrecarrega os portos brasileiros e aumenta o risco de desabastecimento, segundo Lacerda.
O diretor do ministério lembra que a produção de etanol do Brasil já foi a maior do mundo, mas hoje alcança a metade do líder mundial, Estados Unidos. “Nós estamos correndo o risco de perder décadas de investimentos em um modelo baseado em biomassa”, afirma.

Segundo o diretor superintendente da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), Donizete Tokarski, esse marco regulatório deve ser criado de acordo com a política do RenovaBio, que o governo pretende enviar ao Congresso para aumentar a produção de biocombustíveis, que contou com a participação de vários setores e foi aprovado pelo Conselho Nacional de Políticas Energéticas.

Tokarski explica que a aprovação do RenovaBio premia o uso de biocombustíveis com eficiência energética, por meio dos Certificados de Redução de Emissão (CREs), permite que o mercado regule o valor da tonelada de carbono e aumente a competitividade. “O programa RenovaBio é, em síntese, uma maneira de descarbonizar os combustíveis do Brasil”, diz.

O setor está mobilizado para convencer o Legislativo a aprovar uma lei que regulamente a proposta do RenovaBio. “Ou ela vai ser tramitada por Medida Provisória, e aí nós temos ainda no curto prazo essa política que valoriza [os biocombustíveis], ou ainda ela pode ser tramitada por Projeto de Lei e aí o prazo depende do processo dentro da Câmara e no Senado”, explica Miguel Lacerda.
Edição: Lidia Neves

Líderes das bancadas da Alesc se manifestam contra a proposta do distritão


Nos últimos dias, os brasileiros tomaram conhecimento da proposta, em tramitação no Congresso Nacional, que muda a forma como são eleitos os deputados federais, estaduais, distritais e os vereadores. Do atual sistema proporcional, no qual os eleitos são definidos conforme o número de votos do partido e/ou coligação, Brasil passaria a adotar, já nas eleições do ano que vem, o chamado "distritão", pelo qual os eleitos são os mais votados, independente do número de votos dados ao partido.
O assunto tem sido abordado pelos deputados estaduais catarinenses durante as sessões da Assembleia Legislativa. A grande maioria dos líderas das bancadas com representação partidária na Casa entende que é necessária uma reforma política no Brasil, mas se posiciona de forma contrária à proposta do distritão por entender que esse sistema prejudica a democracia, pois vai impedir o surgimento de novas lideranças na política e fortalecer "os velhos caciques" (leia as opiniões abaixo). Em geral, os parlamentares são favoráveis ao sistema distrital, proposto para entrar em vigor nas eleições 2022.
O professor de Direito Eleitoral e Partidário da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Orides Mezzaroba também critica a proposta do distritão. Para ele, a adoção desse sistema poderá representar o esfacelamento dos partidos políticos, principalmente das legendas menores, e a personalização dos mandatos em detrimento dos partidos.
"Essa iniciativa não contribui em nada com o avanço da democracia e o fortelecimento da democracia representativa", acredita o professor. "Ela fortalece nomes e não partidos. A representatividade ficará restrita aos interesses pessoais dos eleitos e de grupos específicos", completou.
Mezzaroba acredita que a eventual adoção do distritão será um retrocesso na história democrática brasileira. Para ele, esse sistema  poderá "aniquilar as minorias" e fortalecer os interesses de quem já está no poder. "Trata-se de um oportunismo. O adequado seria discutir com a sociedade qual o melhor modelo para o presidencialismo. O fim das coligações já seria um grande avanço", considera.
No caso de Santa Catarina, se o distritão estivesse em vigor na última eleição, em 2014, quatro partidos deixariam de ter representação na Alesc: PR, PSB, PDT e PCdoB. As 40 cadeiras seriam repartidas entre PMDB, PSD, PP, PT e PSDB. O PMDB seria o maior beneficiado: passaria de 10 para 14 eleitos. O PSDB também aumentaria sua bancada: de quatro para seis cadeiras. Os demais partidos não teriam suas bancadas alteradas.
Opiniões
Mauro de Nadal, líder da bancada do PMDB
"O modelo político brasileiro faliu. Precisa ser revisto, algo que aproxime o eleitor dos políticos. Mas o distritão vem a beneficiar os partidos grandes, já que eles possuem uma  capilaridade maior. Entendo que o mais coerente seria o voto distrital, porque faz com que o deputado do distrito esteja mais compremetido com as causas locais."
Dirceu Dresch, líder do PT
"Somos totalmente contrários [ao distritão]. Isso limita o surgimento de novas lideranças. É uma grande articulação, uma manobra para salvar aqueles os deputados que votaram contra os trabalhadores e para não apurar as denúncias contra Michel Temer. É algo contra a democracia."
Maurício Eskudlark, líder do PR
"É preocupante. Nós, do PR,estimulamos novas candidaturas e entendemos que o atual sistema tem alguns erros, mas o distritão vai impedir o surgimento de novas lideranças na política. Ele não é bom para a democracia."
César Valduga, líder do PCdoB
"Querem impor à sociedade um modelo que sequer foi discutido e compreendido pela população. O PCdoB tem bem claro que o distritão é uma proposta para manter os caciques dos grandes partidos. Não vai ocorrer renovação. Não vai haver condições para o surgimento de novas lideranças. Isso fere a democracia e prejudica os movimentos sociais."
Rodrigo Minotto, líder do PDT
"É o assassinato da democracia brasileira. Vai fortalecer quem já tem mandato, os caciques políticos."
Patrício Destro, PSB
"O PSB é contrário. O distritão favorece quem tem dinheiro, quem já tem mandato e dificulda muito a renovação. O melhor seria o voto distrital."
José Milton Scheffer, líder do PP
"Nós temos que encontrar um novo modelo eleitoral para o Brasil, que reforçe a democracia e dê condições de igualdade, mas não encontramos isso na proposta do distritão. Ele não fortelece as lideranças comunitárias, as estruturas partidárias, e não garante o pleno exercício da participação popular."
Dóia Guglielmi, líder do PSDB
"O Brasil precisa realmente de uma grande reforma. As coligações precisam acabar, não podemos viver com 37 partidos. Os partidos têm que ser fortalecidos. Mas o distritão não permite isso. Ele não vai resolver os problemas políticos."
Milton Hobus, líder do PSD
"Vivemos um momento de insegurança política, que causa preocupação com a democracia. Tem que se mudar para o distrital misto e o distritão é a transição. Ele fará uma depuração partidária que é necessária e salutar para o país, para acabar com siglas que não representam o povo e estão lá para fazer negociatas. Precisamos de partidos fortes que representem de fato o povo."
Marcelo Espinoza
AGÊNCIA AL

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Paraná resolve "maior problema da história" e quita dívida de 10 anos com Thiago Neves

Caso Thiago Neves e Paraná Clube durou cerca de 10 anos (Foto: Reprodução / TV Globo Minas)

Valor chegou a R$ 40 milhões, de acordo com presidente, mas acordo possibilitou que clube quitasse a dívida. Paraná trabalha agora para liberar as contas bloqueadas


Uma novela de 10 anos chegou ao fim. O Paraná Clube anunciou, nesta quinta-feira, que a dívida com o meia Thiago Neves está quitada. A última parcela do acordo de "um dos maiores problemas da história do clube", segundo o presidente Leonardo Oliveira, foi paga na última semana.

Hoje, o Paraná Clube não deve um centavo à empresa Systema, referente à dívida de Thiago Neves. O processo foi baixado com o último depósito de R$ 500 mil na semana passada. Foi o maior problema da história do clube, talvez, e esse problema está resolvido - disse Oliveira, em entrevista coletiva.
A dívida chegou a totalizar R$ 40 milhões e bloqueou as contas do Paraná, assim como assombrou os patrimônios do clube, como a sede do Boqueirão. Segundo o dirigente, após a negociação de quatro meses, um acordo de R$ 4,5 milhões foi fechado com a empresa que tinha o direito de Thiago Neves. O clube agora trabalha para liberar todo o patrimônio.

Em outubro de 2016, o clube devia R$ 36 milhões na Justiça para a Systema, do empresário Léo Rabello, do caso Thiago Neves. A ação era relativa a irregularidades na transferência do meia para o Fluminense, em 2007. Rabello era dono de 68% dos direitos econômicos do atleta. O Paraná não repassou a verba da transação que correspondia ao empresário.

CELOS oferece empréstimo digital aos beneficiários

Fundação se adapta aos novos tempos e implanta opção prática e segura para os participantes

Acompanhando e se adequando ao desenvolvimento da tecnologia, a Fundação Celesc de Seguridade Social – CELOS se adapta a mais uma exigência do mercado. Após optarem pela votação eletrônica e a carteira digital dos Planos de Saúde, e o investimento no novo site com mais funcionalidades, a Fundação oferece aos participantes e assistidos a opção do empréstimo digital.

O trâmite de documentos para realizar o empréstimo convencional é demorado e passa por diversas etapas. Visando agilidade no processo e segurança, a CELOS oferece o empréstimo digital para contribuir e facilitar a rotina atarefada dos participantes a assistidos. Além da redução de custos com o objetivo de contribuir com o meio ambiente, contando com a não utilização de papéis.

A Fundação ainda economiza tempo e investimento na logística de entrega, desburocratizando o processo e disponibilizando o empréstimo via internet e na hora que o participante desejar. Uma parcela de 12% do total das Fundações do país já trabalha com a versão digital. Entre as maiores Fundações nacionais, 50% disponibilizam esta função.

Até novembro deste ano, durante o período de transição, que acontece o processo de adesão e o cadastramento das assinaturas digitais, os participantes podem utilizar as duas opções para adquirir o empréstimo, a versão digital ou o processo de forma física na sede da CELOS. As regras de concessão de empréstimo continuam as mesmas para o empréstimo digital.

Fundação Celesc de Seguridade Social – CELOS
A CELOS protege 8.536 famílias em Previdência Privada e possui mais de 23 mil beneficiários em Plano de Saúde, prezando a transparência de informações com os seus participantes com a reponsabilidade de manter a confiabilidade e a conduta ética no trabalho desenvolvido e na gestão dos investimentos.


Descrição: Assinatura_Email_Estrutura_Bea-NOVA


Prefeitura promove o I Seminário Municipal do Projeto Orla de Itapoá


A Prefeitura de Itapoá, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, realizará no próximo dia 31 de agosto o 1° Seminário Municipal do Projeto de Gestão Integrada da Orla Marítima (Projeto Orla) de Itapoá.

O evento tem por objetivo a consolidação da articulação entre as três esferas de governo e a sociedade, buscando encarar os desafios do crescimento do uso e ocupação de forma desordenada dos espaços litorâneos, aliado ao aumento dos processos erosivos e de fontes contaminantes. O workshop contará com a participação dos principais atores envolvidos no processo da gestão da Zona Costeira estadual e nacional, além do Ministério Público Federal.

O seminário visa, ainda, o fomento dos instrumentos de gestão territorial do Gerenciamento Costeiro em nível regional, tendo confirmada para a data a presença de Municípios da região.

Confira a programação do Seminário e participe


Descarga de grãos via ferrovia quase dobra em Paranaguá

A descarga de soja e farelo de soja utilizando o meio ferroviário para transporte aumentou 182% no corredor de exportação do Porto de Paranaguá entre os meses de janeiro a agosto deste ano, se comparado com o mesmo período de 2016. Ao todo, foram descarregadas 206.635 toneladas de grãos por trem, contra 73.260 toneladas trazidas no ano passado.
Para que se tenha ideia, apenas no mês de julho, chegaram ao corredor de exportação 1.760 vagões, contendo 55 toneladas cada um, o que totaliza 96,8 mil toneladas. Os números de julho representam um aumento de 6.940% no comparativo com o mês de julho de 2016, quando foram descarregados apenas 20 vagões pelo modal ferroviário, contendo 1,1 mil toneladas.
“As ferrovias são estratégicas para o escoamento da produção agrícola do Paraná e de outros estados que exportam grãos pelo terminal portuário paranaense”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
Já o Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) recebeu, entre os meses de janeiro e julho de 2017, 24.334 TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) por ferrovia.
O diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, conta que o aumento se deve a uma nova dinâmica na programação de descarga no Corredor de Exportação e no TCP, que passou a priorizar a ferrovia.
“Investimentos que totalizam mais de R$600 milhões e incluem a compra de equipamentos como os novos tombadores de caminhões, nos permitiram mudar a dinâmica de recebimento de cargas pelo modal ferroviário, apostando cada vez mais na intermodalidade”, afirmou Dividino.
DESCARGA - O corredor de exportação do Porto de Paranaguá e o silo público contam com duas moegas para descarga via ferrovia. Uma delas é exclusiva para vagões e a outra atua de maneira alternada entre a descarga via modal ferroviário e rodoviário.
No entanto, com a aquisição dos novos tombadores - o que ampliou a descarga de caminhões de 400 para 700 por dia no silo público do porto - a diretoria da Appa passou a priorizar uma das moegas para a descarga de vagões.
Com isso, atualmente, o Porto de Paranaguá - com capacidade para descarga de 32 milhões de toneladas/ano, o que equivale a 1785 vagões por dia ou 89.250 toneladas/dia - encontra-se preparado para uma nova alternativa ferroviária.
Atualmente Paranaguá conta com 70 quilômetros de linhas férreas, sendo 7,5 quilômetros instalados no Corredor de Exportação do Porto.
NOVO PROJETO - Para o presidente da Ferroeste, João Vicente Bresolin Araujo, o aumento da capacidade de recebimento de vagões demonstra que o Porto de Paranaguá está preparado para receber carga do projeto de expansão da ferrovia entre Cascavel e Dourados, no Mato Grosso do Sul, assim como a construção do novo trecho entre Guarapuava e Paranaguá.
Segundo ele, chegam anualmente a Paranaguá 9 milhões de toneladas de grãos pelas ferrovias, mas que a capacidade de recebimento do Porto é muito maior.
“O Porto de Paranaguá movimenta anualmente 45 milhões de toneladas de produtos por ano, sendo que apenas 20% deste total chega por ferrovia. O Porto de Santos, por exemplo, recebe 40% da sua carga por vagões”, explica Araujo. Segundo ele, este índice de 20% de cargas transportadas por vagões tem se mantido nos últimos anos e comprova o limite das ferrovias no Paraná.
Dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) apontam a capacidade ociosa e ocupada por trecho em cada ferrovia do país. No caso do Paraná, os dois maiores gargalos logísticos ferroviários estão entre Curitiba e Paranaguá e Guarapuava e Ponta Grossa.
“Vendo a necessidade de aumento do transporte ferroviário, a Secretaria de Infraestrutura e Logística, por meio da Ferroeste, está buscando estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental para superar estes dois maiores gargalos logísticos do Paraná”, enfatiza.
Dividino destaca que, enquanto a produção agrícola faz uso de tecnologias de ponta e o Porto de Paranaguá investiu pesado em novos equipamentos e infraestrutura, a ferrovia que não foi modernizada. “A ferrovia que conecta a produção com o Porto de Paranaguá foi construída de 1885, por D. Pedro II. Precisamos de uma ferrovia com engenharia do século 21, produtiva e competitiva e com o modelo ambiental necessário”, defende Dividino.

Tempo estável predomina no Estado até sexta-feira

    Foto: Rodrigo Stüpp / Secom


A condição de sol permanece em Santa Catarina até sexta-feira, 18. A partir de sábado, 19, uma frente fria avança, provocando chuva e instabilidade. Para esta quinta-feira, 17, a previsão da equipa da Epagri/Ciram indica predomínio de sol, com mais nebulosidade no Meio-Oeste, Planalto Norte e Litoral Norte. Não se descarta uma chuva fraca nessas regiões durante a tarde. A mesma condição se repete na sexta-feira. 

Já para sábado, está previsto aumento de nebulosidade e condições de chuva e trovoadas no decorrer do dia, começando pelas regiões mais próximas ao Paraná, se estendendo a todo o Estado no período da tarde e da noite.
A previsão para esta quinta-feira:
REGIÃO: LITORAL NORTE 22ºC
 11ºC
FenômenosVento
DireçãoMédioRajada
Sem ocorrênciaSE/E12 Km/h30 Km/h
Madrugada: Céu com muitas nuvens
Manhã: Nebulosidade variável
Tarde: Pancada de chuva isolada
Noite: Pancada de chuva isolada
REGIÃO: PLANALTO NORTE 19ºC
 8ºC
FenômenosVento
DireçãoMédioRajada
Sem ocorrênciaSE/E20 Km/h40 Km/h
Madrugada: Céu com muitas nuvens
Manhã: Nebulosidade variável
Tarde: Pancada de chuva isolada
Noite: Pancada de chuva isolada
REGIÃO: GRANDE FLORIANÓPOLIS LITORÂNEA 24ºC
 14ºC
FenômenosVento
DireçãoMédioRajada
Sem ocorrênciaSE/E13 Km/h40 Km/h
Madrugada: Céu com muitas nuvens
Manhã: Nebulosidade variável
Tarde: Nebulosidade variável
Noite: Céu com muitas nuvens
REGIÃO: GRANDE FLORIANÓPOLIS SERRANA 20ºC
 11ºC
FenômenosVento
DireçãoMédioRajada
Sem ocorrênciaSE/E9 Km/h30 Km/h
Madrugada: Céu com muitas nuvens
Manhã: Nebulosidade variável
Tarde: Nebulosidade variável
Noite: Céu com muitas nuvens
REGIÃO: VALE DO ITAJAÍ 20ºC
 10ºC
FenômenosVento
DireçãoMédioRajada
Sem ocorrênciaSE/E21 Km/h40 Km/h
Madrugada: Céu com muitas nuvens
Manhã: Nebulosidade variável
Tarde: Nebulosidade variável
Noite: Céu com muitas nuvens
REGIÃO: LITORAL SUL 20ºC
 12ºC
FenômenosVento
DireçãoMédioRajada
Sem ocorrênciaSE/NE15 Km/h45 Km/h
Madrugada: Céu com muitas nuvens
Manhã: Nebulosidade variável
Tarde: Nebulosidade variável
Noite: Céu com muitas nuvens
REGIÃO: PLANALTO SUL 21ºC
 6ºC
FenômenosVento
DireçãoMédioRajada
Sem ocorrênciaSE/NE21 Km/h45 Km/h
Madrugada: Céu com muitas nuvens
Manhã: Nebulosidade variável
Tarde: Nebulosidade variável
Noite: Céu com muitas nuvens
REGIÃO: MEIO OESTE 20ºC
 10ºC
FenômenosVento
DireçãoMédioRajada
Sem ocorrênciaSE/NE24 Km/h45 Km/h
Madrugada: Céu com muitas nuvens
Manhã: Nebulosidade variável
Tarde: Pancada de chuva isolada
Noite: Pancada de chuva isolada
REGIÃO: OESTE 23ºC
 10ºC
FenômenosVento
DireçãoMédioRajada
Sem ocorrênciaNE18 Km/h40 Km/h
Madrugada: Céu com muitas nuvens
Manhã: Nebulosidade variável
Tarde: Nebulosidade variável
Noite: Céu com muitas nuvens
REGIÃO: EXTREMO OESTE 24ºC
 14ºC
FenômenosVento
DireçãoMédioRajada
Sem ocorrênciaNE14 Km/h30 Km/h
Madrugada: Céu com muitas nuvens
Manhã: Nebulosidade variável
Tarde: Nebulosidade variável
Noite: Céu com muitas nuvens

Mais informações para a imprensa:
Central de Meteorologia
Epagri/Ciram
Fone: (48) 3665-5007 e (48) 3665-5172
E-mail: contatociram@epagri.sc.gov.br
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