quarta-feira, 20 de junho de 2018

Menor é apreendido com grande quantidade de drogas em Itapoá.

Na noite da última segunda, 18, a guarnição policial realizava rondas no Bairro Samambaial quando deparou se com um jovem saindo de um local, já denunciado anteriormente como sendo local de venda de drogas e procedeu a abordagem. Porém assim que o jovem percebeu a presença da Polícia Militar dispensou dois pacotes, um envolto de cor verde e um envolto de cor branca. O menor confessou que levaria os pacotes até outro ponto da cidade onde entregaria a droga a um desconhecido.

Os pacotes totalizaram cerca de 400 gramas de maconha e 200 gramas de crack.
O menor foi apreendido e entregue na Delegacia da Polícia Civil de Itapoá juntamente com as drogas para os devidos procedimentos.

Polícia Militar, por pessoas do bem, para o bem das pessoas.

Fonte: Polícia Militar de Itapoá.

Baleias-francas antecipam a temporada 2018 de avistagens

Chegada dos mamíferos é mais uma celebração para o Porto de Imbituba, que neste ano completa uma década de monitoramento aéreo e terrestre das baleias-francas.

As baleias-francas estão chegando a Santa Catarina. Tradicionais visitantes da região sul do Brasil no período de julho a novembro, a espécie tem sido avistada no litoral catarinense desde o dia sete de junho. Antes, no dia 15 de maio, uma fêmea com filhote foi avistada no Espírito Santo, entre as praias de Itaparica e Barra do Jucu, em Vila Velha. Este foi o primeiro registro do ano em águas brasileiras, abrindo assim, extraoficialmente, a temporada 2018 de avistagens no país.
A boa nova está sendo comemorada pelo Porto de Imbituba, que neste ano completa 10 anos de monitoramento aéreo e terrestre das baleias-francas e de outros mamíferos marinhos, através do Programa de Monitoramento de Cetáceos. Atualmente o Programa é realizado no âmbito do Plano de Controle Ambiental (PCA) do Porto, e tem como objetivo o monitoramento dos mamíferos marinhos que visitam a região do Porto de Imbituba.
Desde sua implantação, o monitoramento utiliza a metodologia de avistagem para catalogar a localização geográfica e o comportamento desses animais, a fim de ampliar o conhecimento acerca da ecologia das espécies frente às atividades portuárias. Como os navios que chegam a Imbituba atravessam a Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, local de grande concentração de baleias, o monitoramento da frequência de pequenos e grandes cetáceos no entorno do porto, estudando o seu comportamento e acompanhando o tráfego de embarcações, evita as rotas de colisão e zelam pela preservação da espécie.
Anualmente, mais de 100 baleias são registradas, em média, em Santa Catarina. A maioria são fêmeas em fase de procriação, que “passeiam” entre o litoral Norte do Rio Grande do Sul e a região Sul de Santa Catarina, limites da APA da Baleia Franca. Elas vêm para a costa sul-brasileira à procura de águas quentes e enseadas protegidas para o nascimento de seus filhotes. Estima-se que a cada três anos as baleias-francas têm um novo filhote, sendo que o tempo de gestação é de 12 meses. Elas partem da Antártica, onde se alimentam e acumulam reserva energética em forma de gordura para a jornada rumo ao continente sul-americano.
O Programa de Monitoramento
As avistagens feitas pelo Programa de Monitoramento de Cetáceos do Porto de Imbituba são realizadas a partir de pontos estratégicos do litoral, dentro e no entorno da área portuária. Os trabalhos são conduzidos pela equipe de especialistas da empresa Acquaplan Tecnologia e Consultoria Ambiental, atual contratada para executar o serviço, e supervisionados pela equipe de meio ambiente da SCPar Porto de Imbituba.
Durante a temporada, o monitoramento terrestre ocorre diariamente, em dois pontos de observação, nas enseadas das praias do Porto e Ribanceira, em Imbituba. O tempo de observação padrão é de seis horas diárias, divididas em dois turnos, podendo variar de acordo com a quantidade de horas/luz diárias e condições climáticas, bem como a movimentação dos navios.
Também integra a metodologia de avistagem o monitoramento aéreo, que consiste na realização de três sobrevoos de helicóptero, com duração estimada de 10 horas cada voo. Os sobrevoos ocorrem em toda a extensão da APA da Baleia Franca, com objetivo de registrar a localização, contar, fotografar e identificar os cetáceos através das calosidades únicas que cada baleia possui sobre a cabeça.
Além dos monitoramentos, também se destaca no Porto de Imbituba o Procedimento Interno de Boas Práticas, implantado na temporada passada com o objetivo de conscientizar a tripulação dos navios sobre a presença das baleias-francas no entorno do porto. “Nessa abordagem junto aos comandantes e à tripulação, eu levo informações sobre o comportamento das baleias-francas, mostro para eles o mapa dos limites da APA e também explico como ocorre o monitoramento dos cetáceos no porto”, comenta a oceanógrafa Camila Amorim, analista portuária da SCPar Porto de Imbituba.
Essa atuação focada na preservação das baleias, enquanto dá continuidade às operações portuárias de forma sustentável, rendeu ao Porto de Imbituba três premiações: o Prêmio Empresa Cidadã ADVB/SC, categoria Preservação Ambiental, nos anos de 2016 e 2017 e o 23º Prêmio Expressão de Ecologia, categoria Conservação da vida silvestre.
Sobre as baleias-francas
A histórica tradição da caça às baleias-francas em Santa Catarina quase levou a extinção da espécie na década de 1970. Apenas na década de 1980 as francas voltaram a ser observadas na costa brasileira, resultando no Decreto nº 92.185, de 20 de Dezembro de 1985, que pôs fim à caça de todas as espécies deste mamífero no Brasil, a partir de 1º de janeiro de 1986.
Avistagens realizadas esporadicamente nos anos 1990 confirmaram o retorno da espécie à região sul do Brasil. Isso motivou o governo federal a instituir, em 2000, a Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, que se estende de Torres, no litoral norte do Rio Grande do Sul, até a região sul da Ilha de Santa Catarina.
“Elas costumam retornar sempre ao mesmo local para terem os filhotes. Todos os animais visualizados pelo monitoramento na região da APA e no entorno do Porto de Imbituba são catalogados por meio de fotografia e filmagem das calosidades que elas têm em cima da cabeça, que são únicas para cada animal, como se fosse uma digital. Com isso, podemos saber se elas retornam”, explica o oceanógrafo Gilberto Oliveira Endoh Ougo, especialista da Acquaplan.



Setor de Comunicação Social
SCPAR PORTO DE IMBITUBA S.A.
Administração do Porto de Imbituba
Setor de Comunicação Social
Telefone: (48) 3355.8908

Itapoá presente no I Seminário Estadual de Educação

Apresentar, discutir e orientar práticas de gestão pública educacional, pautadas no Regime de Colaboração com prerrogativa da Educação Pública, determinado na Constituição Federal (art. 205, 211 e 2014), na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (art. 8º) e no Plano Nacional de Educação (art. 7º) como eixo fundamental das ações públicas que promovem a educação básica, este foi o objetivo do I Seminário Estadual de Educação. O evento contou com a presença do presidente da FECAM, Volnei Morastoni e dos coordenadores do Colegiado Estadual de Educação.Entre os temas abordados no Seminário estão, a ‘’Perspectiva do Regime de Colaboração na Formação de Professores para a Base Nacional Comum Curricular’’ com o palestrante Mozart Neves Ramos, consultor do Movimento Santa Catarina pela Educação e diretor do Instituto Ayrton Senna. ‘’O Regime de Colaboração e Associativismo Territorial’’ com o professor Fernando Luiz Abrucio, professor e pesquisador na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Outro tema foi a ‘’Formação Continuada e Sistema de Informação da Educação – Experiência da Associação dos Municípios do Vale do Itajaí (AMAVI)’’, com a assessora educacional Tânia Mara Rocha Moratelli e ‘’Como o Regime de Colaboração pode contribuir para a Superação dos desafios da Educação Pública’’, abordado pelo coordenador geral de Cooperação Federativa da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino do Ministério da Educação, senhor Fernando Gralha de Souza.

Criminalidade cai na Região Metropolitana de Curitiba

Os municípios da Região Metropolitana de Curitiba registraram redução nos principais índices de criminalidade durante o primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com relatório estatístico divulgado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública. No índice de homicídios a redução foi de 12,2%. A região integra a 2ª Área Integrada de Segurança Pública do Paraná, conforme o Estado foi dividido para análises estatísticas.

Das maiores reduções, o número de roubos teve queda de 32% no primeiro trimestre deste ano, em relação aos três primeiros meses de 2017. O relatório também aponta uma redução nos roubos à residência (-31,5%), roubos a comércio em (-28%) e roubos em ambiente público (-31%).

Outra queda expressiva nos municípios da Região Metropolitana de Curitiba está relacionada ao roubo de veículos, que diminuiu em 18,4%, e furto de veículos, com redução de 6,2%. Além disso, a 2ª AISP também teve aumento no índice de recuperação de veículos, que foi de 24,2%.

O número de furtos também caiu 12% neste primeiro trimestre de 2018; o índice de furto em ambiente público reduziu em 1%; furto a residência teve queda de 21,5% e furto a comércio reduziu em 19,5%.

Para o delegado-titular da Divisão de Polícia Metropolitana, Alcimar Garret, a diminuição nos índices é resultado dos constantes esforços da Polícia Civil. “Um levantamento demonstra o trabalho que está sendo executado na região metropolitana com o comprometimento de nosso pessoal, havendo estímulo efetivo pelas chefias para que os profissionais desempenhem bem a sua missão. Os trabalhos estão voltados à questão da sociedade, com ações pontuais visando o cumprimento de mandados de prisão”, afirmou.

ABRANGÊNCIA - Vinte e dois municípios integram a 2ª Área Integrada de Segurança Pública. São eles Adrianópolis, Agudos do Sul, Almirante Tamandaré, Araucária, Balsa Nova, Bocaiuva do Sul, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Campo Magro, Cerro Azul, Colombo, Doutor Ulysses, Fazenda Rio Grande, Itaperuçu, Mandirituba, Pinhais, Piraquara, Quatro Barras, Rio Branco do Sul, São José dos Pinhais, Tijucas do Sul e Tunas do Paraná.

PARANÁ – A redução nos índices da RMC é reflexo da queda em todo o Estado. Somente nos primeiros três meses deste ano, o Paraná diminuiu o índice de homicídios em 19%, de roubos em 27% e de roubos a residências em 27,3%.

AEN

PGE consegue manter o atendimento do Samu em Santa Catarina

Foto arquivo / Secom

 A Justiça atendeu a Procuradoria Geral do Estado (PGE) e suspendeu decisão que impediria a continuidade, nesta semana, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Santa Catarina. Na semana passada, o Juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública da Capital tinha determinado a suspensão do pregão que escolheu a empresa responsável por administrar o serviço a partir desta segunda-feira, 18, já que o contrato anterior venceu no domingo, 17. Por conta disso, o desembargador do Tribunal de Justiça Cid Goulart acolheu, nesta segunda-feira, o pedido de efeito suspensivo apresentado pelo Estado.

“Em atenção ao princípio da continuidade dos serviços públicos, notadamente por envolver a saúde, direito fundamental e inadiável, revela-se prudente suspender os efeitos da decisão agravada e autorizar, precariamente, a manutenção do Pregão Presencial Nº 40-2018”, sustentou o desembargador.

A empresa escolhida pelo pregão realizado no final de maio pelo Corpo de Bombeiros de Santa Catarina é a mesma que já administra o Samu desde o final do ano passado. Para o procurador-geral do Estado, Juliano Dossena, a suspensão do pregão traria graves danos à população catarinense. “A PGE agiu rapidamente para evitar a interrupção do atendimento a cerca de mil pessoas que acionam o Samu todos os dias em Santa Catarina.”

Informações adicionais para a imprensa:Billy Culleton

Assessoria de Imprensa

Procuradoria Geral do Estado
E-mail: billyculleton@gmail.com
Telefone: (48) 3664-7650 / 98843-2430
Site: www.pge.sc.gov.br

terça-feira, 19 de junho de 2018

Governadora Cida Borghetti recebe representantes dos servidores estaduais

A governadora Cida Borghetti reuniu-se nesta segunda-feira (18) com representantes do Fórum das Entidades Sindicais (FES), no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Na reunião, a governadora recebeu solicitações do funcionalismo e reforçou a disposição em manter o diálogo aberto com todas as entidades de classe. Entre as demandas está a reposição salarial aos servidores públicos.

A governadora afirmou que determinou aos técnicos da Secretaria da Fazenda a elaboração de estudos para avaliar o impacto do reajuste nas contas do Estado. O resultado dessa análise será divulgado na próxima semana.

“Estou atenta a todas as reivindicações do funcionalismo estadual. Construímos um importante canal de diálogo com os sindicatos e representantes dos funcionários. Determinei aos técnicos da Fazenda a elaboração do estudo que deve ficar pronto nos próximos dias. Tudo será feito de forma transparente, com responsabilidade e zelo com as contas públicas”, disse a governadora.

Cida lembrou que solicitou ao líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual Pedro Lupion, a retirada da pauta da análise dos projetos que tratavam dos reajustes dos servidores dos outros poderes. A medida, segundo ela, assegura o tempo necessário para que os técnicos da Fazenda concluam os estudos. “Queremos ouvir todas as partes e buscar o entendimento”, acrescentou.

A presidente do FES e secretária de Finanças da APP-Sindicato, Marlei Fernandes de Carvalho, agradeceu a abertura do canal de diálogo e a evolução das negociações. Técnicos da entidade estiveram reunidos por duas vezes na Secretaria da Fazenda nas últimas semanas. “Nosso objetivo é fazer o debate com responsabilidade”, disse.

AVANÇOS – A governadora também destacou alguns avanços do funcionalismo nos últimos 70 dias. Ela encaminhou à Assembleia, há poucas semanas, uma proposta de emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para retirar do texto a vedação à concessão de reajuste salarial ao funcionalismo público para o ano de 2019.

Cida Borghetti também determinou, no início de abril, a equiparação salarial para 6,5 mil servidores de apoio da secretaria da Educação que recebiam menos do que o salário mínimo regional e o aumento do vale-transporte para 15 mil funcionários contratados pelo Estado pelo regime PSS.
A folha de servidores do Executivo é de aproximadamente R$ 1,5 bilhão por mês, somando pessoal da ativa, aposentados e pensionistas.

PRESENÇAS- Também participaram da reunião os deputados estaduais Pedro Lupion, Luiz Cláudio Romanelli e Professor Lemos;  o presidente da APP Sindicato, Hermes Leão, o presidente da Associação dos Oficiais Policiais e Bombeiros Militares do Estado do Paraná, coronel Izaías de Farias; o presidente da Associação da Vila Militar, coronel Washington Alves da Rosa; o presidente da Associação de Praças do Estado do Paraná, Orélio Fontana Neto; o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná, delegado Claudio Marques Rolin e Silva; pelo Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Superior da Unicentro (Sintesu), Fábio Horst; pelo Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos do Ensino Superior do Oeste, Giancarlo Tozo; pelo Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná, Ricardo Carvalo; pelo Sindicato dos Servidores Estaduais da Saúde do Paraná, Priscila Brasil; pelo Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá, Simone Mancini.

AEN

Funcionário da OAS diz que gerente o convocou para reforma no 'sítio do presidente'

Funcionário da OAS depõe a Moro e afirma que D. Marisa pediu obras no sítio de Atibaia 
 
O encarregado de obras da OAS Empreendimentos Misael de Jesus Oliveira disse à Justiça que foi convocado pelo seu gerente para fazer reformas no "sítio do presidente", referindo-se ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2014.
"Meu gerente, Luiz Alberto, me chamou numa reunião, junto com mais três pessoas que trabalhavam comigo, e falou que a gente ia fazer uma reforma no sítio em Atibaia, uma reforma no sítio do presidente. Para gente se aprontar, que logo depois que terminasse o carnaval, nós iríamos para lá", afirmou.
Misael prestou depoimento ao juiz Sérgio Moro, nesta segunda-feira (18), na condição de testemunha de defesa de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, e de Paulo Gordilho, ex-executivo da OAS. 



 Ação investiga se Lula recebeu propina por meio da aquisição de reformas de sítio em Atibaia (Foto: Carlos Nardi/WPP/Estadão Conteúdo) 
 
O processo investiga se o Lula recebeu propina da Odebrecht e da OAS por meio da aquisição e de reformas do sítio. O ex-presidente nega as acusações e diz não ser o proprietário do imóvel.
No depoimento, o encarregado de obras também afirmou que comprava itens para a reforma com dinheiro da OAS.
"Quando eu saía da OAS, o escritório levava um valor em dinheiro, que era passado pra mim e junto com esses valores em dinheiro, eu fazia as compras e levava as notas. Então, tudo que eu comprava lá em Atibaia, nos três depósitos ali da região, eu prestava contas, me reportava pra empresa". 


Misael disse que foi orientado a manter as obras em sigilo. "Quando a gente foi na empresa, fizeram reunião comigo, decidiram que ia trabalhar no sítio do presidente. ‘Vocês vão trabalhar no sítio do presidente, ninguém pode ficar sabendo disso. Nem aqui na empresa nem fora. Então a gente foi pra lá com essa ordem".

Encontros com Marisa e Lula

O funcionário da OAS afirmou encontrou várias vezes a ex-primeira-dama Marisa Letícia, morta em fevereiro de 2017, no sítio em Atibaia. Além disso, contou ter visto o ex-presidente Lula duas vezes no local.
"A ex-primeira-dama eu encontrava com ela no sítio toda quarta-feira. Na quarta e nos finais de semana. Todas as quartas, ela ia com segurança e nos finais de semana. E o presidente Lula, eu vi ele duas vezes lá. Poucas vezes, mas quando ele ia, o Maradona [o caseiro do sítio] passava recado pra gente que era pra gente não ir", afirmou a testemunha.
Misael disse que Marisa Letícia fez pedidos referentes à reforma para ele, como mudanças na churrasqueira, a instalação de grades ao redor do lago e a construção de uma capela.
Segundo ele, todas essas obras foram executadas, com exceção da capela, cuja construção ficou inviável por falta de tempo. Misael afirmou que a ex-primeira dama não perguntou o preço dos serviços.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Dois novos caminhões para a Secretaria de Obras

A Prefeitura Municipal de Itapoá adquiriu com recursos próprios, dois novos caminhões para a Secretaria de Obras, no valor de 284 mil e quinhentos reais, cada. Os caminhões serão utilizados nos serviços gerais da secretaria, como transporte de cargas, peças, saibros e afins

 http://itapoa.sc.gov.br/noticias/index/ver/codNoticia/496471/codMapaItem/18565

Primeiro dia da greve dos servidores de Joinville

Os servidores municipais de Joinville entraram em greve nesta segunda-feira (18/6). De manhã, a categoria realizou uma manifestação em frente à Prefeitura. Agora à tarde, diversas equipes percorrem os locais de trabalho convidando mais colegas a cruzarem os braços.

Para a diretora do Sinsej, Flávia Antunes, há muito tempo não se via uma greve que começa com um grupo tão consciente e disposto a ajudar a ampliar o movimento. Amanhã (19/6) também é dia de visitas às unidades, com saída dos comandos pela manhã, às 7 horas, e pela tarde, às 13 horas, do sindicato. Na quarta-feira será realizado um grande ato, às 9 horas, em frente à Prefeitura, com o objetivo de fazer a Prefeitura reabrir as negociações.

Até o momento, Udo Döhler propôs reajustar os salários em apenas 1,69% e somente em agosto. A categoria pede a reposição da inflação mais 5% para compensar perdas salariais acumuladas ao longo dos anos. Também quer respeito à data-base, que é 1º de maio. Em relação ao vale-alimentação, a Prefeitura oferece um reajuste de R$ 13,25, passando o benefício que hoje é de R$ 296,75 para R$ 310. Os servidores consideram justo um aumento que alcance o valor da cesta básica apurado pelo Dieese, de R$ 425.

Várias outras questões relevantes foram ignoradas pelo governo. É o caso da retomada da licença-prêmio e da venda de um terço de férias – direitos estatutários que foram cortados há três anos por meio de uma portaria. Também ressalta-se a regulamentação de lotação e da transferência, sem a qual os trabalhadores estão sujeitos a punições e assédio moral.

Para o magistério, há um problema com a aplicação da hora-atividade. Desde 2008, é lei federal que um terço (33,33%) da carga horária do professor seja cumprida fora da sala, para a preparação de aulas e correções. A Prefeitura de Joinville só concede 20% de hora-atividade e, em 2014, Udo prometeu que garantir o direito total até 2019. Agora, às vésperas de se completar esse prazo, ele apresenta uma proposta contendo:

1 – para os professores de Ensino Fundamental I (séries iniciais), Udo considera os 30 minutos diários de recreio como já sendo hora-atividade. Com isso, ou o professor perde o direito ao tempo de lanche ou continua levando trabalho para casa.

2 – para os professores de Ensino Fundamental II (séries finais) computa a diferença entre a hora-aula de 48 minutos e a hora-relógio de 60 minutos como hora-atividade. Ou seja, para cada aula dada, o governo já estaria permitindo que eles trabalhassem 12 minutos a menos. Dessa forma, os profissionais já estariam inclusive devendo horas para a Prefeitura.



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